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04 de Abril de 2018

Giro de estoque deve estar em sintonia com novo ritmo de consumo


Nos últimos anos, por conta da instabilidade econômica, o brasileiro reduziu o consumo fora do lar e passou a preparar suas refeições em casa. Na prática, começou a comprar mais itens de marcas diferentes com valores mais acessíveis para economizar. Outra mudança importante foi a migração de pessoas dos supermercados para as lojas de atacarejo, comprando em maiores quantidades, embalagens econômicas e promoções.

E para atender às necessidades do consumidor com base em todas essas mudanças, o varejo precisa abastecer e manter seu estoque em dia. Por outro lado, se comprar demais da indústria em relação a um determinado produto, pode ter gastos desnecessários e deixar de investir em outros itens mais urgentes. Já a indústria deixará de vender para o varejo, pois, lá no ponto de venda, está com excesso do produto. E como colocar essa cadeia em sintonia no mesmo ritmo, entre demanda do consumidor, produção e abastecimento?

Durante a Feira Super Rio Expofood, que ocorreu na semana passada, no Rio de Janeiro (RJ), o vice-presidente de operações Latam da Neogrid, Robson Munhoz, explicou como o giro do estoque pode ajudar a entender esse novo comportamento do consumidor adquirido nos últimos anos e porque a indústria e o varejo precisam estar atentos para manter a saúde financeira do seu negócio.

Munhoz destaca que é muito importante entender sobre o giro de estoque do varejo. “Quanto maior, mais eficiente ele será e menor será a necessidade de capital de giro. Quanto mais girar o estoque, maior a entrada e a saída de produtos, e isso significa que um determinado supermercado entende a demanda dos seus clientes”.

Por exemplo: se um supermercado vende 1 mil latas de cerveja por dia e o fornecedor entrega toda semana, ele precisaria comprar somente o necessário para uma semana (7 mil latas). Existem varejos que compram para 3 meses (90 mil latas ou mais), o que afeta o capital de giro e, na maioria das vezes, coloca a saúde financeira do varejo numa situação delicada.

“Mas isso não significa comprar menos da indústria, e sim com maior frequência, em quantidades adequadas”, explica o executivo. Com o monitoramento diário do consumo, o estabelecimento compra conforme a demanda, torna o giro mais rápido e a venda ainda mais assertiva, além de reduzir a falta do produto no ponto de venda.

“Hoje entender o comportamento do consumidor é essencial e possível por meio da tecnologia. O varejo e a indústria conseguem acompanhar, por meio de softwares inteligentes, o real consumo nos pontos de venda, automatizar o envio dos pedidos a serem repostos, balancear os níveis de estoque e organizar a produção para atender a demanda”, finaliza Robson Munhoz.

A Neogrid, empresa de gestão automática da cadeia de suprimentos, monitora mais de 25 mil supermercados de mais de 130 redes de varejos em todo o país e divulga, mensalmente, dados de ruptura do varejo brasileiro.



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